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Comissão convoca médicos e mães para saber detalhes de atendimentos
 


>>12/12/2019


A Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Três Lagoas, formada pelos vereadores apóstolo Ivanildo (presidente), Sirlene (membro) e Cristina (relatora), reuniu-se no Plenário da Câmara, na manhã desta quinta-feira (12), para ouvir familiares de mães que perderam bebês, e também, gestantes que buscaram atendimento no hospital Auxiliadora e médicos.
A primeira a ser ouvida, foi Rosiley Marques, avó de um dos bebês que faleceu, na barriga da mãe, quando esta buscou atendimento no hospital Auxiliadora, no início de setembro.
O presidente da Comissão, vereador Ivanildo questionou sobre gravidez, exames, médico que acompanhou.
Ele ainda quis saber sobre a ida ao hospital, como foi. A primeira ida foi no dia, 20 de agosto. Rosilei relatou que a filha tinha muitas dores e que médica atendeu a filha dela.
Dez dias depois, a gestante retornou ao hospital, passou por uma segunda médica, pois, já estava perdendo líquido. No dia 03, ela foi pela terceira vez, com muitas dores e relatou todo o procedimento feito, dentro do hospital, até o falecimento do bebê.
“O motivo é dar voz a vocês, neste processo. A gente tem toda a questão técnica, mas como Comissão, decidimos ouvir os relatos, de tudo que se passou”, frisou apóstolo de Ivanildo.
A segunda oitiva foi com Ligia da Silva Cavalcante, que também relatou todo o processo da gravidez, desde o pré-natal até a ida ao hospital e todos os fatos que aconteceram no dia que o filho dela nasceu (à noite, após uma ida ao hospital).
Ivanildo também questionou os familiares se acreditavam em negligência, nos atendimentos.
O médico ginecologista Ruy José da Costa Neto também foi ouvido pelos vereadores, atende na Unidade de Saúde do São Carlos e Urgência e Emergência do UPA.
Os questionamentos foram sobre o acompanhamento de pré-natal, condições da gestante, consultas e exames.
O médico ainda fez questão de relatar que as duas gestantes acompanhadas por ele – cujos casos são apurados pela Comissão - tinham pré-natal de baixo risco, ambas fizeram todo o acompanhamento, corretamente. E, ainda deu relatos de exames para verificar as condições dos bebês, na barriga, e também, condições de partos.
A médica Larissa Ferraz e a enfermeira Anne L. Schadeck também foram convocadas pela Comissão, mas não compareceram. Na justificativa, a médica alegou indisposição, por conta de gravidez.
“O trabalho da Comissão é minimizar, ajudar as famílias, a sociedade. A gente ter como melhorar e responsabilizar quem tiver que ser responsabilizado”, ressaltou Ivanildo.

 



 
 
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